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Eleições

É o reconhecimento de que vou ganhar, afirma Wellington sobre críticas de Taques 251

Wellington nega que pretenda adotar a chamada linha do “bateu, levou” quando for criticado por adversários.


sinal de que o governador já viu a pesquisa e a pesquisa mostra que eu ganho no segundo turno do Pedro Taques, do Mauro Mendes e do Procurador Mauro. Isso é o reconhecimento de que nós, provavelmente, ganharemos as eleições”. Foi assim que o senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado pelo grupo que agrega PR, MDB, PTB, PP, PSD e PCdoB rebateu as provocações do governador Pedro Taques (PSDB).

Isso porque Taques insinuou que Wellington, que costuma criticá-lo por ter desprezado a classe política ao constituir um secretariado estritamente técnico, irá nomear pessoas envolvidas em esquemas de corrupção caso seja eleito. Como exemplos, o tucano citou o ex-presidente da Assembleia José Riva e o ex-secretário de Estado Cinésio Oliveira.

“Cuidado eleitor. Imagina se por obra do Divino Espírito Santo lá na frente, algum outro candidato ganhar a eleição, veja quem está com ele. Será que o Riva, na gestão do Wellington, vai ser secretário de Fazenda? Será que o Cinésio vai voltar para a Sinfra? Será que ele vai atender pedidos políticos de todas as ordens?” Naquele momento histórico, Mato Grosso precisava ter uma gestão técnica”, declarou Taques em entrevista à Rádio Vila Real, na manhã desta terça (19).

Para rebater Taques, Wellington lembra das recentes pesquisas de intenção de voto encomendas pelos partidos políticos. Apesar de aparecer tecnicamente empatado com os virtuais adversários, o republicano apresenta potencial de crescimento com tendência de vitória em segundo turno nas amostragens.

No entanto, Wellington nega que pretenda adotar a chamada linha do “bateu, levou” quando for criticado por adversários. Garante que seu objetivo é debater ideais e que os eventuais embates serão esquecidos após o processo eleitoral.

Não sou sectário, não tenho veto a ninguém. Qualquer pessoa que tiver experiência, nós vamos buscar para nos ajudar

“Eu quero levar, não quero bater. Não sou homem de briga, sou homem de luta. A luta, o embate, a discussão de novas ideias, pensando no coletivo, serão a marca da nossa campanha. Isso não é de hoje. Todos que me conhecem, por todas as experiências, em todos os mandatos, sempre fui um homem de diálogo. Terminou as eleições, vamos trabalhar’, completou o senador.

Além disso, Wellington projeta fazer um governo voltado ao diálogo. Por isso, promete não vetar ninguém que esteja disposto a contribuir com o desenvolvimento de Mato Grosso. “Não sou sectário, não tenho veto a ninguém. Qualquer pessoa que tiver experiência, nós vamos buscar para nos ajudar. Eu sempre tenho dito que para governar, além de ser a arte de saber perdoar, quem ganha tem que ter humildade, muito mais do que quem perde”, pontua.

O senador também lamenta o fato do governo não conseguir resolver os problemas do Estado, principalmente na área da saúde, apesar de registrar aumentos na arrecadação. Em sua opinião, a gestão comandada por Taques está sendo ineficiente. “Mato Grosso é um estado rico, um estado que aumenta a arrecadação a cada ano e o governo só fala em crise, não encontra solução para os problemas. Governar é a arte de priorizar. Tem que fazer gestão com planejamento”, concluiu.

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