• Diamantino, 23/09/2018
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EM NOBRES

Uma obra de cerca de 9 milhões de reais com seus “restos” deixados pelo caminho 398


Fotografia: Reprodução

Um município onde a boa fé de um povo é ludibriada por obras inconclusas e seus “dejetos” deixados pelo percurso. É lamentável que a população tenha que conviver com o descaso das repartições públicas do estado e federal que fiscalizam a execução de obras com recursos federais.

As obras de infraestrutura turística que não foram concluídas, apesar de supostos dois aditivos de R$ 600.000,00 estão aí, inconclusas, com as calçadas destruídas e irregulares.

O Ministério Público Estadual já teria sido alertado com documentos e fotos e faltaria ao Ministério Público Federal ser acionado para que se conheça uma resposta acerca do que todos veem quando passam pela avenida Marechal Rondon e se deparam com esse cenário, totalmente avesso ao processo de mobilidade urbana para qualquer tipo de deficiência física.

O Governo do Estado está deixando passar a oportunidade de vistoriar a obra como responsável pelos procedimentos licitatórios e à diretoria da empresa, cabe esclarecimento público sobre a obra e sobre o porquê desse cenário que todos se deparam com ele.

Nessa obra foram investidos cerca de R$ 9.000.000,00 e não se permite que ela permaneça com esses sinais de descaso e de falta de conclusão.

A Prefeitura Municipal de Nobres já apresentou as suas argumentações ao Ministério Público Estadual e em poucos dias alguns funcionários estiveram executando serviços de guias de sarjeta e meio-fio, sem deixar claro que as calçadas, os tampões nas esquinas se apresentam irregulares e acima do nível da calçada terão os serviços conclusos.

A antiga Rua Coritiba, agora avenida Arcizo Zeni, apresenta deficiências nas calçadas em toda a sua extensão.

Alguém precisa esclarecer a população sobre o que será das calçadas, sobre a sua regularidade e a quem cabe á conclusão desses serviços.

No início da obra foram distribuídos informativos sobre os possíveis transtornos que a mesma causaria. E agora, qual a explicação para isso que todos veem, trafegando a pé, de carro ou moto?

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