• Diamantino, 24/01/2019
PEPINO

Mauro estuda alternativas para manter o MT Saúde, mas não descarta extingui-lo 478


Fotografia: Reprodução

O governador eleito Mauro Mendes (DEM) vai herdar vários “pepinos” a partir de 1º de janeiro de 2019, quando assumir a cadeira de Pedro Taques (PSDB). Um deles é o plano de saúde dos servidores públicos, o MT Saúde.


Criado em julho de 2003, o plano de saúde atende 26 mil beneficiados. No entanto, soma dívida de R$ 30 milhões com os hospitais credenciados. O débito fez com que alguns hospitais ameaçassem interromper os serviços. O Santa Rosa, por exemplo, encerrou o convênio em definitivo desde outubro do ano passado.


Mauro afirma que ainda não tem a receita para resolver os problemas do MT Saúde. Explica que no período de transição buscará mais informações para analisar a real situação do plano e buscar alternativas. “Precisamos saber o que está acontecendo, entender o porquê não cumpre o seu papel e buscar alternativas necessárias para que se cumpra os serviços prestados ou se extingue”, disse ao RDNews


Na Assembleia, aumenta o coro de parlamentares que defendem a extinção do plano, justamente por não cumprir o seu papel. A reclamação mais recente foi do deputado Max Russi (PSB), afirmando que o MT Saúde não atende as expectativas dos servidores.


Outro que também já cogitou a extinção foi o deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB). Proprietário do Grupo Santa Rosa, o tucano defende uma reestruturação do plano, caso contrário está com os dias contatos. A ideia é que o pçano seja tocado pelos próprios servidores.


A receita do plano é formada pela parte paga pelos beneficiários, que gira em torno de R$ 5,5 milhões por mês, e o repasse do Estado, que resulta em um montante de R$ 9,6 milhões.

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